Serviço Social & futebol

Por   | 

Patrícia Vasconcelos, assistente social do Inter, conversou com o Quero ser Jogador e explicou a necessidade de assistentes sociais nos clubes de futebol.

– Assistente social, no profissional, em clubes de futebol, tem só eu no Inter e uma no Palmeiras. E, eu acho que se tiver, tem na categoria de base. Eu digo assim, que é um investimento para os clubes de futebol – na categoria de base é fundamental! E, no profissional, eu vejo que os atletas que saem daqui, que tem este suporte para ele, para a família, que o clube investe neste profissional, poderia ser investido nos outros.

– Eles se sentem meio “desasados”, sem um suporte quando eles vão para outros clubes e acabam me ligando. “Pati, aqui não tem assistente social, me ajuda, o que eu faço, aconteceu isso…” Deixa o atleta mais seguro, porque eles têm uma pessoa para mediar.

Patrícia explica que no Inter ela é uma mediadora. Ela faz a mediação entre clube – atleta, atleta – clube, família – clube, família – atleta, atleta – família.

– E, eu amo, amo o que eu faço. Sou apaixonada pelo Inter, pelos atletas, pelas famílias. Eu admiro muito eles. Admiro porque eu vim da categoria de base, eu sei o que cada um passa. O quanto eles são alegres, o quanto eles são felizes na carreira, e o quanto eles ficam tristes também. Na falta família, na falta de às vezes não ter um recurso. Empresários que  às vezes dizem que vão dar uma coisa e não dão. Aí uns ganham e outros não ganham.

– Então a gente vê que é sofrido. Quando eles chegam aqui e atingem o que eles gostariam, que eles sempre batalharam, eu fico muito feliz de ver a felicidade deles e da família deles também.

Você conhece o trabalho de assistente social no futebol?

Assista ao vídeo:

A/C: Pai de jogador de futebol, clique aqui.

O apoio das famílias nas categorias de base, clique aqui.

Conheça a trajetória da Patrícia, clique aqui.

O blog de quem quer ser jogador. Compartilhe.