Entrevista: Alice Bastos Neves e o jornalismo esportivo

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Alice Bastos Neves compartilhou sua história com o jornalismo esportivo ao Quero ser Jogador.

– Não fui eu que escolhi o jornalismo esportivo, foi ele que me escolheu. Nós nos apaixonamos e vivemos felizes para sempre, um caso de amor até hoje. Quando eu me formei na faculdade eu queria trabalhar com o jornalismo cultural. E, minha primeira vaga que surgiu no mercado de trabalho foi para ser repórter do RBS Esporte, um programa de sábado de manhã, que ainda está no ar.

– E que na época, se dedicava à outros esportes. Foi um pouco antes dos jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, em 2007. Então o programa começou em 2006. Eu comecei no jornalismo esportivo cobrindo outros esportes. Eu cobria vôlei, basquete, natação, atletismo, enfim, todas as outras modalidades. E, o futebol era mais um. Mas, o futebol dentro do Pan e dentro das Olimpíadas, ele acaba sendo coberto pelos jornalistas da área, ele acaba sendo uma modalidade diferente de todas as outras, mesmo nos jogos Olímpicos e nos jogos Pan-Americanos.

– Então eu comecei por este outro lado, o que pra mim foi muito legal, porque os atletas são muito mais acessíveis, a relação destes atletas com a imprensa é muito mais fácil. E, as oportunidades foram surgindo, eu comecei a fazer depois matérias de Grêmio e Inter, do dia-a-dia, de cobrir os treinos. E, dai passei para a apresentação.

–  Recebi o convite de apresentar o Globo Esporte e aí só foi. Mas, o esporte te permite uma linguagem muito legal, que eu acho que combina com o meu jeito de ser e por isso que deu tão certo assim, mas não era um plano.

Qual a sua história com o futebol?

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