A história de Cléber Xavier, auxiliar técnico de futebol

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Cléber Xavier, auxiliar técnico de futebol, conversou com o Quero ser Jogador e compartilhou sua história com o futebol.

 – Eu comecei na Base em 1988 no Internacional-RS. Trabalhei fazendo todas as funções. Junto com a Base, eu iniciei na Educação Física. Então, comecei no Inter como estagiário, depois fui desenvolvendo, auxiliar de preparação física, preparador físico, assistente técnico, técnico, coordenador das escolinhas. Fiquei no Inter de 1988 a 1995. O meu último trabalho no Inter foi como treinador do infantil.

– Saí, fui para o Bragantino. Fiquei um ano no Bragantino, voltei para o Grêmio em 1996 e trabalhei na Base do Grêmio como treinador do infantil, do juvenil e do junior. Até 2001, quando o Tite chega para treinar o profissional e eu acompanho-o no profissional como auxiliar, onde estou até hoje (2014). Então, estou neste período como auxiliar.

– Na sequência, nos clubes profissionais, eu trabalhei e trabalho ainda, fazendo a ligação, (que é um dos pontos, um dos papéis do auxiliar técnico) fazer essa transição Base – profissional. Conhecendo os atletas, conhecendo a Base.

– Sim, a base, ela é um mercado como o futebol hoje é um negócio. Evolui muito para isso. A Europa é evoluiu muito para isso, a América precisa evoluir  mais. Hoje, a América está apenas servindo a Europa, servindo o mercado europeu com jogadores. Não está produzindo estes jogadores para que a gente possa utilizar da melhor maneira possível. Então, precisa melhorar a estrutura do futebol como um todo. Principalmente no sentido de gestão.

– Eu vejo que têm muitos profissionais de qualidade na preparação física, como treinadores, têm surgido gestores, mas é muito pouco ainda o número destes profissionais no mercado. Tanto no futebol profissional mas principalmente na base. Então, já que é um mercado, a gente precisa trabalhar este produto. Precisa qualificar mais os profissionais para que a gente forme os jogadores com um nível mais elevado, físico, técnico, tático e mentalmente.

Você concorda que o futebol é um negócio?

Assista ao vídeo:

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